Acessibilidade na Web

É a capacidade de elaborar, organizar e publicar qualquer tipo de conteúdo na Web, de forma a permitir que qualquer pessoa possa acessá-los, independente do computador, do software, da forma de conexão, do tamanho da tela, do idioma falado etc. Esta prática tem o objetivo de aprimorar a cada dia a web que é acessada por todos nós.

POR QUE A ADEVA CRIOU O PROJETO MEU SITE ACESSÍVEL?

A cada dia os serviços online se tornam imprescindíveis na vida das pessoas em geral, mas para a pessoa com deficiência, estes serviços possibilitam explorar áreas antes inimagináveis. Desde simples atividades como ler uma notícia de jornal, conferir o saldo bancário, comprar um produto ou serviço.

Percebendo a grande quantidade de sites inacessíveis, a ADEVA resolveu colocar seu Know-how à disposição das empresas e montou um núcleo de acessibilidade WEB, buscando mudar esse panorama, tornando a maior quantidade possível de Websites acessíveis, seguindo as normas internacionais de acessibilidade WCAG 2.0 lançadas pela W3C.

“Desenvolver ou adequar o site da Empresa/Instituição, conforme os padrões de acessibilidade vigentes, para que esta possa se enquadrar nos termos da Lei Brasileira de Inclusão – LBI, e venha prestar atendimento igualitário aos seus clientes.”, esse é o nosso objetivo.

QUEM DEFINE OS PADRÕES DE ACESSIBILIDADE NA WEB?

Logo da W3C
A World Wide Web Consortium (W3C), liderada pelo inventor da Web Tim Berners-Lee e o CEO Jeffrey Jaffe, é uma comunidade internacional, com membros que trabalham no desenvolvimento de padrões para a criação e interpretação dos conteúdos da Web.

A W3C criou as Diretrizes de Acessibilidade WCAG 2.0 (World Content Accessibility Guide) que se destinam a orientar os desenvolvedores quanto ao uso de boas práticas, que visam tornar a web acessível a todos, incluindo o público com: deficiência visual, deficiência auditiva, dificuldades de aprendizagem, limitações cognitivas e de movimentos, fotossensibilidade, idosas e outras.

O e-MAG – Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico, criado pelo governo brasileiro, está alinhado as recomendações internacionais, mas estabelece padrões de comportamento acessível para seus próprios sites, com barra de acessibilidade onde se encontra atalhos de navegação padronizados e a opção para alterar o contraste. Essas ferramentas estão disponíveis em todas as páginas do portal do governo brasileiro.

ESTATÍSTICA DA ACESSIBILIDADE NA WEB E DA FORÇA DE TRABALHO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

QUAL O PANORAMA ATUAL DA ACESSIBILIDADE NA WEB?

Ao criar os Websites, por desconhecimento, os desenvolvedores na sua maioria não sabem que uma pessoa cega, surda, com déficit intelectual, ou outra limitação física, sensorial ou intelectual, seja ela temporária ou permanente, venha a fazer uso do seu site.

95% dos Websites atualmente desenvolvidos não proporcionam acessibilidade plena às pessoas com deficiência, causando assim, dificuldades de navegação ou mesmo impedindo-lhes de fazer uso das ferramentas disponíveis na Web.

Outra vez recorremos a John Kennedy, que disse: Nenhum país é suficientemente rico para desprezar a mão-de-obra das pessoas com deficiência

Apesar do foco principal da ADEVA ser a pessoa com deficiência visual, quando falamos de Acessibilidade na Web, vamos muito mais além. Segundo o último censo do IBGE:

  • Dos 190.775.579 brasileiros, 46,3 milhões têm incapacidade física ou sensorial; Destes, 35.791.488 têm alguma deficiência visual, cerca de 18,76% da população.
  • Segundo essa mesma pesquisa, 23,6% dos indivíduos que compõem a força de trabalho do Brasil têm alguma deficiência. São 20,3 milhões de um total de 86,3 milhões de pessoas.
  • Das pessoas com deficiência ocupadas, 40,2% possuem carteira assinada e destas, 54,6% recebem mais que 1 salário mínimo.
  • Das pessoas com deficiência visual, 63,7% dos homens e 43,9% das mulheres têm vida economicamente ativa.
  • 29% dos deficientes visuais e 28,4% dos auditivos ganham de um a dois salários mínimos.
  • Das pessoas com deficiência mental e motora, 28% possui renda entre meio e 1 salário mínimo. A parcela economicamente ativa deste grupo é de 25%.
  • A população com faixa etária de 65 anos ou mais, é de 7,4%, e com Perspectiva de ser ampliada a cada ano.
Acesse nosso portfólio